segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Sentir amor. Amar!
Amar é tão singelo.
Amar é um duelo de razão, emoção, cabeça e coração.
Amar é tão simplesmente complicado, é tão facilmente extirpável.
Amar é brilhantemente escuro quando não se é bem tratado.
Amar é tão fácil conjugar, mas tão difícil ouvir conjugarem.
É como um porém, como um "mas", como um viver com e sem.
É estar e não ser, é ser e não perceber, é permanecer e não ficar.
É olhar pra dentro e vê flores, torturar-se com as dores que promovem de fora pra dentro, de dentro pra fora.
É suspender-se a tão alto nível, e com apenas um pequeno tropeço, desabar na hora, em poucos segundos, sem um socorro em baixo, um trampolim que te faça voltar do mesmo jeito, pro mesmo lugar.
Se voltas, nada nunca estará lá, sempre terá algo mudado, um móvel, um abaju, um coração, um pensamento, um dizer.
Um novo ser.
Amar é tão inutilmente necessário.
É tão frágil, tão lindo, tão feio se não amado como se deve amar.
Tão fraco se não alimentado de romantismos e doçuras, travessuras.
Tão normal, se como predador e vítima.
Tão ridículo se como platéia e palhaço. Onde um se esforça para ver seu sorriso, e o outro apenas rir na sua cara, não ter nada a oferecer, se levanta, bate palma, e vai embora.
Amar não é ser compatível.
Amar é um gostoso delírio.
Amar é loucura, fissura.
Amar é perder-se ao encontrar.
Amar é dizer ao se calar.
Amar é se dar, aceitar.
Amar é pedir aos deuses, que se possa matar de amor, que se possa morrer de amar.
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S2 *_* Lila...
ResponderExcluirMto massa! =D
ResponderExcluirCurti demais!